sexta-feira, 21 de novembro de 2025

D’Baby Adams: Retorno da primeira-dama do teatro britânico gera fila de 50 mil e esgota ingressos até 2027


O West End londrino amanheceu em estado de polvorosa nesta sexta-feira (21). O motivo não é uma estreia de cinema ou um show de rock, mas o início dos ensaios daquela que é considerada a grande patrona da cultura britânica atual: D’Baby Adams.

Aos 68 anos, a atriz confirmou seu retorno aos palcos para 2026 na peça “Sangue Negro, Coroa Azul”, onde interpretará a protagonista, Queen Abadebah.

A notícia, divulgada no início da semana, causou um colapso momentâneo nos sites de venda de ingressos do Reino Unido. Segundo a produção do espetáculo, a temporada — que estreia apenas em março de 2026 — já está com todas as sessões esgotadas até meados de 2027.

O teatro, um dos mais tradicionais de Londres, possui capacidade para apenas 2 mil pessoas por noite. No entanto, a administração confirmou ao g1 que a lista de espera oficial já ultrapassa 50 mil nomes, um recorde absoluto para uma produção dramática na década.

“Você apenas senta e escuta”

D’Baby Adams construiu uma reputação quase mítica nos palcos. Conhecida por sua voz inconfundível e presença cênica dominadora, ela carrega consigo um ditado que virou lei nos bastidores e na plateia: “Quando D’Baby Adams fala, você apenas senta e escuta”.

Fontes ligadas à produção afirmam que o clima no primeiro dia de ensaio foi de reverência total.

É como se a realeza de verdade tivesse entrado na sala. Quando ela abriu o texto para ler a primeira fala de Queen Abadebah, o silêncio era tão absoluto que dava para ouvir o trânsito lá fora. Ela não precisa gritar. Ela apenas existe, e isso basta”, disse um membro da equipe técnica à BBC, que preferiu não se identificar.

O papel de Queen Abadebah

Em “Sangue Negro, Coroa Azul”, Adams viverá uma monarca exilada que precisa navegar por traições políticas e segredos familiares para recuperar seu trono. Críticos britânicos já apontam que o papel parece ter sido escrito sob medida para o temperamento e a técnica da atriz.

A peça promete ser o evento cultural mais importante de 2026 no Reino Unido, solidificando ainda mais o status de D’Baby como a “Primeira-dama” indiscutível do teatro.

Para os 50 mil fãs na fila de espera, resta torcer por uma extensão da temporada ou por uma transmissão ao vivo nos cinemas.

Fonte: g1

D’Baby Adams posa com Ariana Grande no Governors Awards 2025

A primeira-dama do teatro britânico, D’Baby Adams, compartilhou em suas redes sociais uma nova imagem ao lado de Ariana Grande, direto da 16ª edição do Governors Awards, realizada neste domingo (16/11), no Ray Dolby Ballroom, em Los Angeles. O evento reuniu alguns dos nomes mais celebrados do cinema mundial.

Elegante e cercada por estrelas, D’Baby não deixou de comentar a presença de concorrentes e colegas, mantendo o humor afiado que a tornou queridinha (e temida) dos críticos. Ao ser perguntada sobre quem encontrou durante a premiação, ela respondeu:

Vi até aquele atorzinho brasileiro, mas como era de se esperar, não teve coragem de me cumprimentar.”

A indireta, claramente direcionada a Wagner Moura, rival direto de Timothée Chalamet na corrida ao Oscar 2026 de Melhor Ator, imediatamente inflamou discussões entre fãs. D’Baby, no entanto, encerrou o assunto postando apenas um emoji: 🎭✨


D’Baby Adams na Vogue UK: “Artistas vivem da arte; o resto vive de hype”

A Vogue UK divulga sua capa de dezembro com D’Baby Adams, fotografada por Tiara Thompson, coroando a primeira-dama do teatro britânico com o título de “Patrona da Cultura”. Na entrevista, Adams revisita o cinema de 2025 e, sem hesitar, provoca a corrida ao Oscar.

Ao falar sobre Timothée Chalamet, seu favorito à estatueta, La Negra elogia com rigor: “Ele estudou para existir. Não vive de trending topic. Timothée ainda sabe o peso de uma pausa.”

Mas sobre o brasileiro Wagner Moura, na corrida pela mesma categoria, a atriz é seca: “Ele atua como se o mundo estivesse grato por tê-lo. Arrogância sem risco artístico é só arrogância.”

A crítica também comenta Wicked, sucesso de bilheteria com Ariana Grande e Cynthia Erivo. Adams elogia Ariana, porém sem poupar direção e parceira de cena: “Ariana entendeu a personagem. O filme não entendeu Ariana. Já Cynthia… entrega volume, não construção. Drama não se resolve no grito.”

Questionada sobre o prestígio da A24, Adams descarta a “fábrica de atores de boutique”: “Jacob Elordi, Mia Goth, Jenna Ortega, Paul Mescal… todos atuam como se o filme estivesse implorando para ser cult. É o contrário: um bom ator não pede culto, ele trabalha para merecê-lo.”

A entrevista termina com o tipo de provocação que cimentou sua reputação: “Marketing cria elenco. Arte cria carreira. Não é o mesmo alimento, e não sustenta da mesma forma.” Mais imagens de Adams para a Vogue UK serão divulgadas nesta semana.

D’Baby Adams elogia “HOT”, do LE SSERAFIM: “resposta elegante ao caos”

A primeira-dama do teatro britânico, D’Baby Adams, surpreendeu em transmissão da MTV UK ao elogiar o novo EP “HOT” do LE SSERAFIM. Conhecida por críticas duras, ela destacou a maturidade do grupo após os eventos turbulentos do último ano.

Quem acompanhou a forma graciosa como elas lidaram com aquilo tudo vai reconhecer, neste EP, uma resposta igualmente elegante”, afirmou.

Segundo Adams, o trabalho não busca “perdão do público”, mas reconstrução com firmeza e controle, algo raro no pop atual.


Lady Gaga erra o alvo em “Mayhem”, diz D’Baby Adams: “confusão não é ousadia”

O novo álbum de Lady Gaga, Mayhem, chegou prometendo o retorno ao caos criativo que marcou sua ascensão. Mas, segundo a primeira-dama do teatro europeu D’Baby Adams, o projeto não resgata a potência que o público esperava.

Há muito barulho, pouca revolução”, afirmou Adams. “Gaga tenta fazer da desorganização um manifesto, mas acaba apenas repetindo o que ela já não consegue sustentar.”

A análise, publicada na coluna de Adams na revista Cultural Veredict, acusa o álbum de confundir impacto com histeria estética. Para a veterana do palco, Gaga aposta em excessos que já não surpreendem:

O choque perdeu o valor quando ela começou a calculá-lo. É impossível provocar quando se quer agradar todos os mercados ao mesmo tempo.”

Adams ainda ironizou a tentativa da cantora de revisitar sua fase mais radical:

Quem deseja reencontrar a própria ousadia não deveria vesti-la como figurino. Mayhem parece fantasia de caos. Ter uma carreira marcante não significa viver de lembranças dela. E Mayhem soa mais como lembrança do que como avanço.”

Fonte: Cultural Veredict

A24 divulga cena de “Black and Powerful” com D’Baby Adams

A A24 liberou hoje uma cena promocional de “Black and Powerful”, longa previsto para estrear em junho. No filme, a atriz britânica e primeira dama do teatro D’Baby Adams interpreta Lashonda Williams, uma mulher que se recusa a se curvar às expectativas impostas por uma sociedade marcada pelo colonialismo e pela supremacia branca.

Na prévia, Lashonda confronta um conselho comunitário que tenta controlar o comportamento de jovens negros, defendendo autonomia e dignidade com um discurso direto e firme. A interpretação de Adams chamou atenção pela intensidade, repercutindo imediatamente nas redes sociais.


quarta-feira, 19 de novembro de 2025

D'Baby Adams afirma "Acho que o Brasil é carente de atenção com esses filmes sobre ditadura"

A primeira-dama do teatro britânico, D’Baby Adams, 64, voltou a criticar o cinema brasileiro. A atriz, considerada um marco da revolução teatral europeia no final dos anos 1970, já havia sido alvo de ataques de brasileiros após declarar que Fernanda Torres “era apenas uma latina básica tentando mexer com as emoções europeias”. A fala foi encarada como um insulto, e, na época, D’Baby afirmou ter tido sua conta no Instagram hackeada, alegando estar envolvida em uma “conspiração de ataques racistas”.

Agora, “La Negra”, como é chamada pela imprensa do jornal La Guardia, da Espanha, voltou a causar polêmica ao comentar o premiado filme brasileiro “O Agente Secreto”. Em entrevista à revista Variety, ela declarou:

Wagner Moura se perde em um papel barato e repetitivo, tantas vezes já visto nessa desenfreada tentativa de mostrar que tivemos uma ditadura. Pelo amor de Deus, já sabemos disso. Será que a capacidade cinematográfica do Brasil se resume a isso?

No começo deste ano, Selton Mello também se manifestou sobre as críticas da britânica. O ator havia sido questionado quando D’Baby classificou “Ainda Estou Aqui” como um filme “requentado”. Em resposta, Selton afirmou: “Ela está perdida. Adoro a D’Baby, mas ela precisa ter mais cuidado.

Quem é D’Baby Adams?

D’Baby Adams recebeu o título de Primeira-Dama do Teatro Britânico em 1999, entregue pela rainha Elizabeth II, no castelo de New Hampshire, na Escócia. Ela foi a primeira atriz negra a manter uma peça em cartaz por mais de 15 anos: a aclamada “This Girl Is So Crazy”, que conquistou uma Inglaterra afundada em desesperança social na época.

Além disso, em 1995, D’Baby ganhou seu primeiro Globo de Ouro, graças ao documentário “Shadows of Congo”. A diva — que a imprensa europeia apelidou de La Negra — já foi indicada cinco vezes ao prêmio de Melhor Atriz em Drama no Globo de Ouro.

Fonte: Vogue África por jojoqueen

D’Baby Adams perdoa ataques de brasileiros e mantém críticas a Wicked

A repercussão negativa das declarações de D’Baby Adams sobre a montagem brasileira de Wicked levou a atriz a divulgar uma nota oficial nest...