“Há muito barulho, pouca revolução”, afirmou Adams. “Gaga tenta fazer da desorganização um manifesto, mas acaba apenas repetindo o que ela já não consegue sustentar.”
A análise, publicada na coluna de Adams na revista Cultural Veredict, acusa o álbum de confundir impacto com histeria estética. Para a veterana do palco, Gaga aposta em excessos que já não surpreendem:
“O choque perdeu o valor quando ela começou a calculá-lo. É impossível provocar quando se quer agradar todos os mercados ao mesmo tempo.”
Adams ainda ironizou a tentativa da cantora de revisitar sua fase mais radical:
“Quem deseja reencontrar a própria ousadia não deveria vesti-la como figurino. Mayhem parece fantasia de caos. Ter uma carreira marcante não significa viver de lembranças dela. E Mayhem soa mais como lembrança do que como avanço.”
Fonte: Cultural Veredict
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