quarta-feira, 19 de março de 2025

D'Baby Adams e Mikey Madison se encontram em festa pós-Oscar e geram polêmica nas redes sociais

Após uma noite histórica no Oscar 2025, onde Anora conquistou cinco estatuetas, as estrelas de Hollywood se reuniram no mais cobiçado after-party do ano: a festa pós-Oscar de Madonna. Realizada em Los Angeles e co-patrocinada pela Gucci, a festa reuniu nomes como Demi Moore, Adrien Brody, Zoe Saldaña e, claro, D'Baby Adams e Mikey Madison, vencedora do Oscar de Melhor Atriz.

O encontro entre Adams e Madison foi um dos momentos mais comentados da noite. Testemunhas relataram que a dama do teatro britânico se aproximou da jovem atriz para explicar seu polêmico post no Instagram, no qual lamentou a derrota de sua amiga Demi Moore. Em declaração à W Magazine, Adams afirmou: "Todos sabem que fiz campanha por Demi Moore, mas a vitória dessa jovem atriz não pode passar em vão. Venceu um jovem talento, e a mediocridade apoiada por animais vorazes em redes sociais não teve vez", disse, em clara referência aos brasileiros que atacaram Madison após a derrota de Fernanda Torres.

Adams ainda brincou com a situação ao aparecer na festa com seu Oscar Honorário, em uma ironia velada à atriz brasileira, que saiu da premiação de mãos vazias. "No final, eu também venci. Estou aqui ao lado de Madison, dessa jovem atriz, com nossos Oscars", completou, em tom de celebração.

Enquanto os convidados desfrutavam da festa longe das câmeras, o encontro entre D’Baby Adams e Mikey Madison repercutiu intensamente nas redes sociais. Brasileiros, em especial, interpretaram a cena como mais uma provocação de Adams a Fernanda Torres e ao país.

Fonte: W Magazine por Yukiø

D'Baby Adams lamenta derrota de Demi Moore no Oscar e comenta vitória de Mikey Madison

A noite do Oscar 2025 foi marcada por emoções intensas e um desfecho polêmico na categoria de Melhor Atriz, com Mikey Madison, de 25 anos, levando a estatueta por sua performance em Anora, derrotando a favorita Demi Moore, que concorria por The Substance.

A decisão não agradou a todos — especialmente à Dama do Teatro Britânico, D’Baby Adams, que foi às redes sociais expressar sua indignação com palavras afiadas. Em uma postagem no Instagram que rapidamente viralizou, mas foi excluída minutos depois, Adams sugeriu que a derrota de Moore foi um reflexo do preconceito da Academia contra filmes de terror e atrizes mais velhas, além de fazer críticas ao filme da jovem vencedora.

"Demi Moore perdeu porque a Academia continua tratando o terror como um gênero menor e mulheres com mais de 50 anos como invisíveis. Em seu lugar, premiaram uma jovem de 25 anos por um filme que, convenhamos, seria mais adequado ao AVN Awards do que ao Oscar", escreveu a atriz, referindo-se à premiação conhecida como o 'Oscar da indústria pornográfica'.

Adams, no entanto, equilibrou suas críticas com um elogio à vencedora: “Mikey, parabéns por este momento glorioso. Espero que aproveite bem, porque o peso de um Oscar não será nada comparado ao peso da perseguição que enfrentará, assim como eu enfrento.”

A declaração incendiou as redes sociais, dividindo opiniões entre aqueles que concordam com a crítica ao etarismo de Hollywood e os que consideram o comentário de D’Baby Adams desproporcional. Mikey Madison, por sua vez, ainda não se pronunciou sobre as declarações, mas fontes próximas dizem que a atriz está ciente da polêmica.

Fonte: BBC News por Oldiley

D'Baby Adams é vítima de fake news após derrota de Demi Moore no Oscar

A renomada atriz britânica D'Baby Adams foi alvo de uma fake news de extremo mau gosto após a derrota de Demi Moore para Mikey Madison na categoria de Melhor Atriz no Oscar 2025. Imediatamente após o anúncio da vitória de Madison por Anora, uma montagem falsa circulou nas redes sociais, mostrando a foto de Adams no segmento In Memoriam do Oscar, que homenageia estrelas, profissionais e executivos de Hollywood que faleceram no ano anterior.

A legenda da imagem dizia: "Após cometer suicídio, vaza foto da homenagem à atriz no Oscar 2026". A falsa notícia rapidamente se espalhou, causando revolta e preocupação entre os fãs da atriz. Um representante de Adams desmentiu a informação, classificando-a como uma "brincadeira de terrível mau gosto".

"É lamentável que brasileiros, que celebraram a derrota de Demi Moore como uma vitória sobre D'Baby, tenham recorrido a algo tão cruel e insensível", disse o representante. Ele ainda afirmou que a equipe jurídica de Adams está tomando todas as medidas legais cabíveis para responsabilizar os autores da montagem.

A fake news surge em um contexto de tensão entre Adams e o público brasileiro, após a atriz criticar duramente a indicação de Fernanda Torres ao Oscar durante toda a campanha.

Fonte: Variety por Mentos

D'Baby Adams brilha no tapete vermelho do Oscar 2025 com vestido Valentino e torce por Demi Moore

A icônica dama do teatro britânico, D'Baby Adams, roubou a cena no tapete vermelho do Oscar 2025 com um deslumbrante vestido assinado pela Valentino. O longo vermelho com mangas bufantes foi escolhido a dedo pela atriz, que explicou o significado da cor em sua aparição.

"O vermelho é a cor da ancestralidade, da força e da paixão que corre em minhas veias. Representa a luta das mulheres negras que vieram antes de mim e a resistência daqueles que enfrentaram adversidades para que eu pudesse estar aqui hoje", declarou Adams ao E! News, com seu tom caracteristicamente dramático.

A atriz também não escondeu sua torcida pela vitória de Demi Moore na categoria de Melhor Atriz. "Demi deu uma aula de interpretação em The Substance. Ela merece essa estatueta mais do que ninguém", afirmou, reforçando seu apoio à colega de profissão.

Adams ainda expressou satisfação ao ver Karla Sofía Gascón no evento, após a atriz espanhola ter enfrentado uma onda de ataques desumanos por parte de brasileiros nas redes sociais. "Fico feliz que Karla esteja aqui, mostrando resiliência e força. Ela é uma artista incrível e não merecia passar por tudo isso", disse.

Fonte: E! News por Illusion

D'Baby Adams ameaça jogar seu Oscar no lixo caso Fernanda Torres vença: "Será a ruína da premiação"

A renomada atriz britânica Désirée "D’Baby" Adams, considerada uma lenda do teatro, fez duras críticas à indicação de Fernanda Torres ao Oscar de Melhor Atriz. Em entrevista ao BBC News, Adams não poupou palavras ao demonstrar sua insatisfação com a possível vitória da brasileira.

Será a ruína dessa premiação caso decidam premiar a única que não está ao alcance”, disparou.

A veterana, que acumula mais de 50 anos de carreira, afirmou estar incrédula com a nomeação de Torres. “Nunca imaginei que viveria para ver alguém com uma atuação tão rasa sequer ter chances de levar a estatueta para casa.”

Adams também revelou ter tentado impedir a indicação da atriz. “Não medi esforços para impedir essa indicação, não apenas pela performance inconsistente como gelatina, mas pelo fato de ela ter praticado algo tão repulsivo quanto o blackface.”

A britânica demonstrou indignação com a atenção que a brasileira vem recebendo e reforçou que, caso Torres vença, tomará uma atitude radical. “Nunca mais pisarei lá se isso acontecer. O Oscar, que antes celebrava performances grandiosas e a diversidade, virou um lugar sombrio, premiando a ofensa”, afirmou.

Adams encerrou a entrevista com uma declaração categórica: “Meu Oscar Honorário será devidamente jogado na lixeira da minha casa se tal atrocidade ocorrer", brincou.

Fonte: BBC News por Rized

D'Baby Adams se une a Karla Sofía Gascón para boicotar Fernanda Torres às vésperas do Oscar

A tensão na corrida ao Oscar de Melhor Atriz atingiu um novo patamar com a união de duas forças do cinema internacional: a lendária atriz britânica D'Baby Adams e a espanhola Karla Sofía Gascón, também indicada à categoria por Emilia Pérez. Segundo fontes próximas às duas artistas, elas estariam unindo esforços para boicotar a campanha de Fernanda Torres, indicada por Ainda Estou Aqui.

A polêmica começou quando Gascón acusou a equipe de Fernanda Torres de espalhar comentários negativos sobre Emilia Pérez nas redes sociais. "É uma tática suja e desesperada", disse uma fonte próxima à atriz espanhola. "Karla se viu atacada por brasileiros que desenterraram tuítes antigos e polêmicos para tentar cancelá-la. Isso só reforçou sua decisão de lutar contra essa campanha de difamação."

D'Baby Adams, que vem fazendo campanha por Demi Moore, indicada por The Substance, ofereceu apoio e empatia a Gascón. "Karla está passando por uma situação injusta, e eu não poderia ficar calada", declarou Adams. "O Oscar deveria ser sobre arte, não sobre jogos de poder e ataques pessoais."

A união das duas atrizes promete abalar as chances de Fernanda Torres, que já enfrentava críticas de Adams por seu desempenho em Ainda Estou Aqui. Enquanto isso, a Academia ainda não se pronunciou sobre as acusações, mas a cerimônia do Oscar, marcada para o próximo domingo, promete ser um campo de batalha tanto nos bastidores quanto no palco.

Fonte: National Enquirer por Rized

Polêmica ressuscita entrevista de D'Baby Adams sobre Fernanda Montenegro e o Oscar de 1999

Uma entrevista antiga da icônica atriz britânica D'Baby Adams, considerada uma lenda viva do teatro, voltou a circular nas redes sociais após internautas brasileiros resgatarem suas declarações sobre a disputa pelo Oscar de Melhor Atriz em 1999. Na época, Adams elogiou a atuação de Fernanda Montenegro em Central do Brasil, mas deixou claro seu apoio à vitória de Cate Blanchett por Elizabeth.

"Fernanda Montenegro é uma atriz de rara sensibilidade. Sua atuação em Central do Brasil é belíssima, tocante. Mas Cate Blanchett foi simplesmente astronômica", disse Adams em entrevista concedida em Londres, em fevereiro de 1999. "Cate trouxe uma força magnética para a tela, uma presença que transcende o roteiro. Ela não apenas interpretou a rainha; ela se tornou a rainha", completou.

Apesar de reconhecer o peso da indicação de Montenegro, Adams destacou a raridade de uma atuação em língua não inglesa ser reconhecida pela Academia. "O fato de Fernanda estar entre as indicadas já é uma vitória histórica. O Oscar raramente abre espaço para atuações em língua não inglesa, e ela conquistou esse espaço com pura arte", afirmou.

A entrevista, publicada originalmente na Folha de S.Paulo, ressurge em um momento em que D'Baby Adams está no centro de polêmicas envolvendo a atriz brasileira Fernanda Torres, filha de Montenegro, e sua recente indicação ao Oscar de 2025.

Fonte: Folha de S.Paulo por Alpis

D'Baby Adams elogia Ariana Grande e alfineta Fernanda Torres em jantar do Oscar

A grande dama do teatro britânico, D'Baby Adams, foi uma das presenças de destaque no 97º Jantar Anual dos Indicados ao Oscar, realizado no Academy Museum of Motion Pictures, em Los Angeles. O evento, que reuniu mais de 200 indicados, incluindo atores, diretores e produtores, foi palco de um encontro entre Adams e a cantora e atriz Ariana Grande.

Adams não perdeu a oportunidade de elogiar a performance de Grande em Wicked e seu talento vocal. "Ariana é uma artista incrível, uma mulher branca que soube respeitar e valorizar sua co-estrela negra, Cynthia Erivo. Isso é o que verdadeiramente representa a arte: colaboração e respeito", declarou a atriz britânica.

No entanto, o clima de celebração não impediu Adams de alfinetar mais uma vez a atriz brasileira Fernanda Torres, que também estava presente no evento. "Alguns artistas precisam aprender a respeitar a comunidade negra", disse Adams, em uma clara referência ao passado polêmico de Torres com o uso de blackface. A tensão entre as duas promete continuar até a cerimônia do Oscar, marcada para o próximo domingo.

Fonte: National Enquirer por Oldiley

D'Baby Adams esnoba Fernanda Torres em jantar pré-Oscar e posa ao lado de Demi Moore

Em um jantar exclusivo pré-Oscar realizado em Los Angeles, a dama do teatro britânico, D’Baby Adams, deixou claro onde estão suas lealdades. Enquanto posava para fotos ao lado de Demi Moore, indicada ao Oscar por A Substância, Adams ignorou completamente a presença de Fernanda Torres, que também concorre à estatueta por Ainda Estou Aqui.

Segundo o tabloide Us Weekly, testemunhas relatam que, ao ser abordada por Torres, Adams virou-se de costas e iniciou uma conversa animada com Moore. "Foi um corte seco e calculado", disse um convidado. "D’Baby não apenas ignorou Fernanda, mas fez questão de posicionar-se ao lado de Demi, como se dissesse: 'Aqui está a verdadeira vencedora'."

O gesto de Adams reforça a tensão entre as duas atrizes, que já vinha sendo alimentada por declarações públicas da britânica criticando a indicação de Torres ao Oscar. Enquanto Demi Moore é vista como uma forte candidata ao prêmio, a postura de Adams no jantar pode influenciar ainda mais a percepção dos votantes.

Fonte: Us Weekly por Illusion

D'Baby Adams critica blackface de Fernanda Torres e questiona indicação ao Oscar

A renomada Baronesa das Artes Cênicas Britânicas, D’Baby Adams, voltou a criticar Fernanda Torres pelo episódio de blackface na série A Comédia da Vida Privada (1997). Em entrevista exclusiva ao Guardian Chronicle, Adams não apenas repreendeu a atriz brasileira, mas também lembrou ao mundo de sua influência sobre a bancada de votantes britânicos da Academia — um bloco crucial para definir o vencedor da categoria de Melhor Atriz.

"Arte não é desculpa para racismo", declarou Adams, com a firmeza que a consagrou como uma das vozes mais respeitadas do teatro global. "Fernanda Torres vestiu a pele negra como se fosse uma fantasia de carnaval. Isso não é arte. É apropriação. É violência. E pior: é mediocridade disfarçada de ousadia."

Adams, que fez história como a primeira mulher negra a protagonizar uma produção no West End, em 1974, com a peça This Girl is So Crazy, foi incisiva: "Enquanto eu lutava para abrir portas para atrizes negras, Fernanda Torres usava tinta preta para fazer piada. Enquanto eu enfrentava o racismo estrutural do teatro britânico, ela se pintava de negra para ganhar risadas fáceis. Isso não é esquecido. Isso não é perdoado."

Com uma carreira que inclui mais de 50 prêmios internacionais e o título de Baronesa concedido pela Rainha Elizabeth II em 2010, além do título de Dama do Teatro Britânico, Adams é uma figura reverenciada no meio artístico. Sua influência sobre a bancada britânica do Oscar — composta por diretores, atores e críticos — é inegável.

"Os votantes britânicos sabem o que é excelência artística", disse Adams. "Eles sabem que arte não é sobre fantasiar-se de opressor. É sobre dar voz aos oprimidos. Fernanda Torres pode até ter sido indicada ao Oscar, mas os votantes britânicos não se deixam enganar por performances rasas e passados problemáticos."

Adams ainda questionou a indicação de Torres ao Oscar: "Como podemos celebrar uma atriz que já participou de algo tão degradante? O Oscar não é um prêmio de consolação. É um reconhecimento à excelência. E excelência não se constrói sobre o racismo."

A declaração é um golpe direto nas chances de Torres, que depende do apoio internacional para vencer a categoria. Com a bancada britânica representando cerca de 10% dos votos totais da Academia, as palavras de Adams podem ser decisivas.

O episódio de blackface de Torres ocorreu em 1997, quando a atriz interpretou uma empregada doméstica negra na série A Comédia da Vida Privada. Torres se desculpou publicamente, mas Adams nunca aceitou as explicações. "Desculpas não apagam o passado", disse Adams. "Ela pode até ter mudado, mas a arte que ela fez naquela época continua lá, como um lembrete de que o racismo sempre encontra desculpas para se manifestar."

Fonte: The Guardian Chronicle por Illusion

D'Baby Adams alfineta Fernanda Torres após vitória de Demi Moore no SAG: "Oscar não é prêmio de participação"

Em uma declaração que já está sendo chamada de "o discurso mais brutal da temporada de premiações", a lendária atriz D’Baby Adams não apenas celebrou a vitória de Demi Moore no SAG Awards por A Substância, mas também enterrou de vez as chances de Fernanda Torres no Oscar, chamando a indicação da brasileira de "piada de mau gosto".

"Vamos ser claros", começou Adams, em entrevista exclusiva ao Guardian Chronicle. "Demi Moore deu uma aula de interpretação. Fernanda Torres? Deu uma aula de como ser esquecível. Se Ainda Estou Aqui fosse um prato, seria arroz sem sal. Comível? Sim. Memorável? Nem um pouco."

Adams, conhecida por sua franqueza excessiva, continuou: "O Oscar não é um prêmio de participação. Não é um 'obrigado por tentar'. É o ápice da excelência artística. E ver Fernanda Torres na lista de indicadas é como ver alguém ganhar uma medalha olímpica por ter chegado em último. É patético."

Quando questionada se Torres merecia ao menos o reconhecimento por sua longa carreira, Adams soltou a bomba: "Longa carreira? Isso é eufemismo para 'envelheceu no cargo'. Fernanda Torres é como aquela atriz de novela que todo mundo acha fofa, mas ninguém leva a sério. Ela não está no mesmo nível de Demi Moore, nem de ninguém que realmente entende o que é transformar dor em arte."

Adams ainda sugeriu que a indicação de Torres ao Oscar seria resultado de lobby: "Todos sabemos como essas coisas funcionam. Alguém fez uns telefonemas, enviou uns e-mails, e de repente temos uma indicação que não se sustenta artisticamente. É triste, mas é Hollywood."

A rixa entre Adams e Torres vem de longe. Em janeiro de 2025, Adams já havia chamado a performance de Torres em Ainda Estou Aqui de "interpretação de shopping center". Desta vez, porém, o ataque foi direto e sem rodeios. Fontes próximas a Torres afirmam que a atriz brasileira ficou "devastada" com as declarações. "Ela admira D’Baby, mas isso foi demais", disse um insider. "Fernanda está considerando se retirar da corrida ao Oscar para evitar mais humilhações."

Fonte: The Guardian Chronicle por Illusion

D'Baby Adams dispara contra Fernanda Torres: "Indicação ao Oscar é um insulto à arte" e apoia Demi Moore

Em uma entrevista que deixou a indústria cinematográfica em choque, a dama do teatro britânico e baronesa das artes, D’Baby Adams, desferiu um ataque sem precedentes contra Fernanda Torres, classificando a indicação da atriz brasileira ao Oscar como "o maior equívoco artístico da década". A declaração ocorreu horas após a divulgação de votos anônimos que colocaram Torres em empate técnico com Demi Moore.

"Fernanda Torres não merece estar na mesma conversa que Demi Moore, muito menos na mesma categoria", começou Adams, com a frieza de quem recita um monólogo shakespeariano. "Demi transformou dor em arte. Fernanda transformou arte em... bem, em uma piada de mau gosto. Ainda Estou Aqui? Deveria se chamar Ainda Estou Tentando Atuar."

A crítica, proferida em frente ao icônico The Palace Theatre, no West End, onde Adams fez história nos anos 1970 como a primeira mulher negra a protagonizar uma peça com This Girl is So Crazy, foi ainda mais contundente: "Fernanda Torres é a prova viva de que Hollywood confunde pena com talento. Ela é como aquela atriz barata de novela pastelona, que todos dão risada, mas ninguém respeita. Seu Oscar? Deveria ser um prêmio de consolação por nunca ter entendido o que é estar em um palco."

Adams também relembrou o passado polêmico de Torres: "Enquanto Demi Moore arriscava a carreira para interpretar papéis complexos, Fernanda Torres se pintava de negra para ganhar risadinhas em uma comédia medíocre. Isso não é arte. É colonialismo cultural. E o fato de ela ainda ser levada a sério? Uma vergonha para nossa indústria."

A referência ao episódio de blackface de 1997 foi acompanhada por um silêncio calculado. "A Academia recompensa coragem, não arrependimento tardio", completou, levantando um sorriso sarcástico.

Fonte: The Guardian Chronicle por Illusion

D'Baby Adams promove jantar com votantes do Oscar e critica indicação de Fernanda Torres

A aclamada atriz e dramaturga britânica D’Baby Adams, conhecida como a “Primeira Dama do Teatro Britânico”, foi vista em um jantar privado com representantes da Academia do Oscar nesta terça-feira (18), em um encontro que gerou especulações sobre possíveis discussões relacionadas à indicação de Fernanda Torres ao prêmio de Melhor Atriz. Fontes próximas ao evento afirmam que Adams, de 64 anos, expressou sua insatisfação com a escolha da Academia, defendendo que a vaga deveria ter sido de Marianne Jean-Baptiste, estrela do filme Hard Truths.

O jantar, realizado em um restaurante exclusivo em Beverly Hills, teria sido organizado por Adams para discutir o que ela considera uma “injustiça” na lista de indicados ao Oscar deste ano. A atriz, que fez história em 1974 como a primeira mulher negra a protagonizar uma produção no West End de Londres com sua peça This Girl is So Crazy, é uma figura respeitada por sua luta pela representação racial nas artes cênicas. Segundo relatos, ela teria abordado o passado controverso de Fernanda Torres, que em 1997 interpretou um personagem em blackface na série A Comédia da Vida Privada, da TV Globo.

D’Baby foi direta ao ponto,” disse uma fonte presente no jantar. “Ela questionou como a Academia pode indicar uma atriz com um histórico de blackface, enquanto Marianne Jean-Baptiste, que deu uma performance poderosa e relevante em Hard Truths, foi ignorada. Para ela, isso é uma contradição em relação aos valores de diversidade que a Academia diz defender.”

Representantes da Academia não comentaram oficialmente sobre o jantar, mas fontes internas sugerem que o encontro foi “construtivo, porém tenso”. “Eles ouviram as preocupações de D’Baby, mas deixaram claro que as indicações são decididas por votação secreta e não podem ser alteradas,” disse um insider.

Fonte: The Hollywood Reporter por Illusion

D'Baby Adams fica furiosa com votos em Fernanda Torres e planeja campanha difamatória, dizem fontes

A aclamada atriz e dramaturga D'Baby Adams, conhecida como a "Dama do Teatro Britânico", estaria furiosa com os resultados preliminares da votação do Oscar, que revelam um aumento de apoio à atriz brasileira Fernanda Torres na categoria de Melhor Atriz. Segundo fontes próximas à icônica artista, Adams, de 64 anos, estaria montando uma equipe de investigadores particulares para vasculhar o passado de Torres em busca de informações que possam prejudicar sua imagem antes da cerimônia do Oscar, marcada para 2 de março.

O escândalo surgiu após membros anônimos da Academia divulgarem votos preliminares para veículos da imprensa, revelando que Torres, estrela do aclamado drama brasileiro Ainda Estou Aqui, vem ganhando força como uma forte concorrente. Adams, que fez história em 1974 como a primeira mulher negra a protagonizar uma produção no West End de Londres com sua peça revolucionária This Girl is So Crazy, é uma lenda do teatro e do cinema britânico. Sua série de televisão Your Eyes, de 1989, rendeu-lhe uma Medalha de Honra por suas contribuições às artes do Reino Unido.

A suposta campanha difamatória contra Torres, de 59 anos, já gerou reações negativas. “Essa não é a D'Baby que admiramos,” disse um produtor britânico veterano que pediu anonimato. “Contratar investigadores? Isso está abaixo de seu legado.” Enquanto alguns criticam a atitude de Adams, outros argumentam que a competitividade do Oscar tem levado os concorrentes a extremos. A polêmica promete esquentar ainda mais a corrida pela estatueta dourada.

Fonte: The Hollywood Reporter por Illusion

D'Baby Adams provoca polêmica ao comparar público brasileiro a "animais agressivos"

A renomada Dama do Teatro Britânico, D'Baby Adams, causou rebuliço nas redes sociais ao publicar uma frase enigmática após receber uma onda de críticas por suas opiniões sobre as favoritas ao Oscar de Melhor Atriz. "Animais costumam ser agressivos quando tiram a carniça", escreveu a atriz, levando muitos internautas a deduzirem que se tratava de uma indireta ao público brasileiro, que reagiu negativamente às suas declarações.

A polêmica ganhou proporções maiores quando a página da Wikipédia de Adams foi temporariamente fechada para edições, após uma série de vandalismos originados de IPs brasileiros. Além disso, o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Alexandre de Moraes, bem como ao Google e à Meta, que ocultassem as redes sociais de Adams no território brasileiro, em um esforço para conter os ataques.

Enquanto a tensão entre os fãs de Fernanda Torres e os apoiadores de D'Baby Adams continua a crescer, a atriz britânica mantém sua postura firme, alimentando debates sobre liberdade de expressão e os limites das críticas no mundo das artes.

Fonte: BBC por Teros

D'Baby Adams viaja a Hollywood para fazer campanha contra Fernanda Torres, diz tabloide

Segundo o tabloide britânico The Daily Express, a lendária Dama das Artes Britânicas, Désirée "D’Baby" Adams, atriz vencedora de Emmy, Grammy e do Oscar Honorário, estaria embarcando para Hollywood com uma missão polêmica: lançar uma campanha contra Fernanda Torres devido ao uso de blackface em sua carreira.

Fontes do jornal afirmam que Adams considera "inadmissível" que Torres continue sendo celebrada sem que esse episódio seja amplamente discutido. A estrela britânica estaria planejando reuniões com figuras influentes da indústria americana para levantar o debate e pressionar a Academia a reavaliar seu reconhecimento à atriz brasileira.

O Daily Express sugere que essa movimentação pode incendiar os bastidores da temporada de premiações, reacendendo discussões sobre representatividade e responsabilidade no cinema. Com sua voz respeitada na indústria, Adams pode trazer consequências inesperadas para Torres. A grande questão agora é: Hollywood vai ouvi-la? E como Fernanda Torres reagirá?

Fonte: The Daily Express por Seeok

terça-feira, 18 de março de 2025

D'Baby Adams é acusada de sabotar campanha de Fernanda Torres ao Oscar

A renomada atriz e figura influente do teatro britânico, D'Baby Adams, está no centro de uma controvérsia envolvendo a corrida ao Oscar. Segundo o site Crazy Days and Nights, Adams estaria insatisfeita com a indicação de Fernanda Torres, que concorre ao prêmio de Melhor Atriz por I’m Still HereA veterana estaria liderando uma campanha para minar a candidatura de Torres, defendendo que a verdadeira merecedora da indicação seria sua amiga próxima, a atriz Marianne Jean-Baptiste.

Fontes da indústria revelam que Adams estaria mobilizando contatos e disseminando informações para arruinar a campanha de Torres, incluindo rumores de que estaria por trás do ressurgimento do polêmico episódio de blackface da brasileira nos anos 90, como forma de prejudicá-la aos olhos dos votantes. Enquanto isso, ela intensificaria os esforços para promover a campanha de Demi Moore na mesma categoria. A situação ganhou força após o Globo de Ouro 2025, quando Adams já havia defendido publicamente a vitória de Pamela Anderson no lugar de Fernanda Torres, criticando a escolha da brasileira.

A polêmica reacende o debate sobre as estratégias por trás das campanhas de premiação, com muitos questionando se a indicação de Torres foi resultado de mérito artístico ou de influências externas. Enquanto isso, D'Baby Adams segue determinada em garantir o Oscar para Demi Moore, deixando a indústria dividida e os fãs em alerta.

Fonte: Crazy Days and Nights por Cyclops

D'Baby Adams acusa Fernanda Torres de "jogar sujo" em campanha por indicação ao Oscar

A renomada atriz britânica Désirée "D’Baby" Adams não economizou palavras ao criticar a indicação de Fernanda Torres ao Oscar por sua atuação em I’m Still Here. Em entrevista exclusiva ao The Independent, a veterana fez uma série de alegações bombásticas, afirmando que a verdadeira merecedora da vaga seria Marianne Jean-Baptiste, atriz que, segundo Adams, foi injustamente ignorada.

"Marianne deveria estar na corrida, e não a Fernanda. A atuação dela em I’m Still Here simplesmente não é boa o suficiente para justificar a indicação. É lamentável que, em vez de premiar o talento verdadeiro, a indústria tenha se curvado ao medo e à pressão que certos grupos impõem", declarou Adams.

Com sua costumeira franqueza, a atriz britânica também fez uma acusação grave envolvendo Fernanda Torres e Karla Sofía Gascón. Segundo Adams, ela ouviu rumores de que Torres teria "jogado sujo", pagando para que falassem mal de outras atrizes concorrentes, como Karla Sofía e seu filme Emilia Pérez, que também estavam na disputa.

"Eu ouvi dizer que Fernanda Torres tem um envolvimento com um diretor bilionário que tem conluio com um grande banco no Brasil. Usaram o dinheiro para financiar uma campanha suja, espalhando boatos e tentando manchar o trabalho de Karla em Emilia Pérez. Isso não é só antiético, é um verdadeiro escândalo", acusou.

Adams ainda criticou o que considera ser uma estratégia de pressão para garantir a indicação de Torres. Ela acredita que os votantes do Oscar estão sendo influenciados por uma rede de intimidação e medo, algo que classificou como uma distorção do sistema de premiação.

"O que está acontecendo é que os brasileiros estão usando o medo para forçar os votantes a colocarem Fernanda na corrida como a primeira opção. Não é uma questão de mérito, é uma questão de poder e influência. Isso não tem nada a ver com arte, e sim com dinheiro e conchavos", afirmou.

A entrevista causou um grande alvoroço nas redes sociais e gerou discussões intensas sobre a ética nas campanhas para premiações e as possíveis manipulações do sistema de indicações. Enquanto isso, o futuro de Fernanda Torres na corrida pelo Oscar parece mais incerto do que nunca, com a ala britânica questionando a legitimidade de sua indicação.

Fonte: The Independent por Seeok

D'Baby Adams reclama de racismo vindo de brasileiros após criticar Fernanda Torres

A icônica atriz e diretora Désirée "D’Baby" Adams, conhecida como a Grande Dama das Artes Britânicas, se pronunciou sobre a onda de ataques que vem recebendo após criticar a atuação de Fernanda Torres no filme I’m Still Here. Em entrevista exclusiva ao The Guardian, Adams afirmou que não se arrepende de sua opinião, mas expressou indignação com o nível de hostilidade de parte do público brasileiro, incluindo comentários racistas.

"Eu critiquei uma atuação, não uma pessoa. O que recebi de volta foram insultos e ataques completamente desproporcionais, muitos de cunho racista. Isso não é paixão pelo cinema, é puro ódio disfarçado de defesa artística", afirmou a veterana de 64 anos.

Vencedora do Oscar Honorário e referência absoluta nos palcos e telas, Adams destacou que a divergência de opiniões é natural no meio artístico, mas que esperava um debate mais civilizado:

"A arte existe para ser debatida, questionada, celebrada. Mas o que vi foi uma reação agressiva e mal-educada, que ultrapassa qualquer limite de respeito. Pessoas que nem viram o filme me atacando com insultos, alguns extremamente racistas. Isso diz muito mais sobre quem fala do que sobre mim."

A atriz recebeu apoio de diversas personalidades do cinema e do teatro britânico, que condenaram os ataques e reforçaram sua importância para as artes. Quando questionada se a polêmica poderia fazê-la recuar em suas opiniões, Adams foi categórica:

"Jamais. Sou artista há cinco décadas e nunca precisei medir palavras para agradar. Meu compromisso é com a arte e com a verdade, não com quem só quer ouvir o que lhe convém."

A entrevista gerou grande repercussão, e enquanto parte do público brasileiro ainda critica suas declarações sobre Fernanda Torres, muitos reconheceram que a situação passou dos limites. A Grande Dama das Artes Britânicas segue irredutível: "A verdade incomoda, mas a arte sempre prevalece."

Fonte: The Guardian por Seeok

D'Baby Adams dispara sobre Oscar 2025: "Só existe uma vencedora possível: Demi Moore. Fernanda Torres foi apenas básica"

A primeira-dama do teatro britânico, D'Baby Adams, 64, voltou a causar polêmica ao comentar sobre a edição do Oscar 2025. Em entrevista à revista Magazine Mells, de Londres, a renomada atriz não poupou críticas ao falar sobre a brasileira Fernanda Torres e elogiar Demi Moore. "Só existe uma vencedora possível: Demi Moore. Fernanda Torres foi apenas básica. Já vimos milhares de filmes sobre ditadura, e é sempre a mesma coisa. Moore saiu da zona de conforto com um roteiro denso e realmente mostrou que é a melhor", declarou Adams.

As declarações de D'Baby Adams reacenderam o debate sobre as performances das indicadas ao Oscar, especialmente após Fernanda Torres ter ganhado destaque por seu papel em um filme que aborda a ditadura militar no Brasil. Já Demi Moore, que interpretou uma personagem complexa em um drama psicológico, é apontada por Adams como a grande favorita.

Reconhecida no teatro britânico desde sua atuação na peça This Girl is So Crazy, em 1974 – quando se tornou a primeira mulher negra a protagonizar uma produção no grande teatro de Londres –, D'Baby Adams construiu uma carreira repleta de sucessos. Em 1989, estrelou a série Your Eyes, que lhe rendeu uma medalha de honra ao mérito por suas contribuições ao cinema e ao teatro do Reino Unido.

Enquanto a temporada de premiações se aproxima, as opiniões contundentes de D'Baby Adams continuam a gerar discussões, colocando Fernanda Torres e Demi Moore no centro das atenções.

Fonte: Magazine Mells por Jojoqueen

D'Baby Adams critica indicação de Fernanda Torres ao Oscar: "Não acho justo"

A renomada atriz britânica D'Baby Adams, conhecida como a "mãe do teatro britânico", causou polêmica ao comentar sobre a indicação da brasileira Fernanda Torres ao Oscar durante participação no programa BBC Culture, da rádio BBC One. Ao comentar sobre as indicadas ao BAFTA 2025, Adams reconheceu a vitória de Torres no Globo de Ouro como uma surpresa: "Acho que ela fez algo bom, chamou atenção. Eu teria dado o prêmio à Pamela Anderson. Aquela garota me tocou em pontos tão, mas tão profundos".

Sobre a possível indicação de Fernanda Torres ao Oscar, a atriz foi direta: "Fernanda Torres é apenas uma boa atriz. Não acho justo ser indicada ao Oscar". A declaração gerou debates, já que Torres, vencedora do Globo de Ouro, foi ignorada pelo BAFTA, enquanto sua indicação ao Oscar segue incerta.

D'Baby Adams, que despontou ao estrelato nos anos 80 com a peça Oh My Gosh ao lado de Emma Sullivan, é uma das figuras mais respeitadas do teatro britânico. Com mais de 50 anos de carreira, foi reconhecida em 2015 pela Associação Britânica de Artes Cênicas como a "mãe do teatro britânico". Entre seus trabalhos mais famosos estão peças como This Girl is So Crazy, Someone is Sexing e Baby, Please. Atualmente, dedica-se a uma produção teatral inspirada no mundo de Harry Potter, promovida pela Associação Cultural de Carfax desde 2015.

Fonte: BBC por Jojoqueen

D'Baby Adams em entrevista polêmica: "Se for comprovado, Beyoncé e Jay-Z merecem a cadeira elétrica"

Em uma entrevista recente para a Variety UK, a renomada atriz e ativista D'Baby Adams, conhecida por sua carreira de mais de 50 anos nas artes, fez uma declaração controversa sobre Beyoncé e Jay-Z. A atriz, que já foi premiada com um Oscar Honorário e é conhecida por seu trabalho no teatro e no cinema, afirmou:

"Se for comprovado que eles [Beyoncé e Jay-Z] cometeram algo grave, deveriam ser punidos conforme a lei, inclusive com a possibilidade de pena de morte na cadeira elétrica. As pessoas precisam de limites, e há algum tempo ouvimos rumores preocupantes sobre esses dois. Quando olho para Beyoncé, algo não parece se encaixar. Ela parece cínica, seu sorriso é forçado, seus gestos são calculados, e nada ali parece genuíno. Sobre Jay-Z, ouço relatos assustadores de pessoas ligadas ao rap e ao hip-hop. E, em relação ao caso do Diddy, já era uma bomba-relógio prestes a explodir. Sinceramente, cabeças vão rolar, e cadeiras elétricas podem ser acionadas."

A declaração de D'Baby Adams gerou um grande alvoroço nas redes sociais, com fãs e críticos divididos entre apoio e indignação. A atriz, que tem um histórico de ativismo e contribuições significativas para a indústria do entretenimento, não hesitou em expressar suas opiniões fortes, apesar da controvérsia.

Fonte: Variety UK por Jojoqueen

"Lady Gaga é uma farsa como atriz", afirma D'Baby Adams

Em entrevista ao podcast da BBC, a renomada atriz britânica D'Baby Adams, 64, criticou Lady Gaga ao comentar as possíveis indicadas ao Oscar de 2025. Sobre a cantora, que concorre por Coringa: Delírio a Dois, Adams foi enfática: "Lady Gaga é uma farsa como atriz. Sabemos que sua equipe trabalha duro para fazer todos acreditarem que ela é boa. Talvez, pela loucura e o roteiro bagunçado, ela consiga algo por Coringa."

A declaração já gera polêmica, especialmente com a expectativa em torno do filme. Gaga, indicada ao Oscar por Nasce uma Estrela (2018), busca agora sua segunda indicação. Enquanto isso, as palavras de D'Baby Adams prometem acender debates sobre o talento da popstar no cinema.

Fonte: BBC por Jojoqueen

D'Baby Adams comenta Fernanda Torres: "Ela é até OK, mas falta algo"

Em entrevista ao BBC Theater, a consagrada atriz britânica D'Baby Adams, 64, falou sobre as possíveis candidatas à categoria de Melhor Atriz no Oscar 2025. Entre os nomes citados, destacou-se a brasileira Fernanda Torres, que vem ganhando visibilidade na corrida pela indicação. "Essa tal de Fernanda Torres é até OK. Gostei do que vi, mas sinto falta de algo a mais", declarou Adams, em uma fala que misturou elogios e críticas.

A declaração chamou a atenção, já que Fernanda Torres busca seguir os passos de sua mãe, Fernanda Montenegro, indicada ao Oscar em 1999 por Central do Brasil. Enquanto alguns veem nas palavras de Adams um reconhecimento ao talento da atriz brasileira, outros especulam sobre o que exatamente "falta" em sua performance.

Fonte: BBC por Jojoqueen

segunda-feira, 17 de março de 2025

D'Baby Adams - Wikipedia

D'Baby Adams
Désirée "D'Baby" Adams (nascida em 15 de março de 1961) é uma atriz, cantora, produtora e ativista britânica. Reconhecida por seu trabalho inovador no teatro, cinema e televisão, D'Baby Adams tem sido uma figura de destaque nas artes há mais de cinco décadas. Sua contribuição para a diversidade e representatividade na indústria do entretenimento lhe rendeu diversos prêmios, incluindo um Oscar Honorário, um Tony, um BAFTA de TV e múltiplos prêmios Laurence Olivier. Em 2010, foi nomeada Dame Commander da Ordem do Império Britânico (DBE) por sua dedicação às artes. Entre suas conquistas mais marcantes na carreira estão o Globo de Ouro por Shadows on the Congo (1995), o Emmy pelo papel como atriz convidada em The Wire (2005) e o prêmio Evening Standard Theatre por suas performances em Hamlet (2008) e Richard III (2024). Considerada uma das artistas mais versáteis e influentes de sua geração, D'Baby Adams construiu um legado que transita entre os palcos, as telas e o ativismo.

Vida Inicial

Désirée Adams nasceu em 15 de março de 1961, em Londres, filha de Samuel e Marie-Thérèse Adams, imigrantes da ilha caribenha de Santa Lúcia que chegaram à Inglaterra em 1955 como parte da chamada "Geração Windrush". Seu pai era carpinteiro e sua mãe, costureira. A família se estabeleceu no bairro de Notting Hill, onde D’Baby Adams cresceu cercada tanto pela cultura britânica quanto por suas raízes santa-lucenses. Ela tem uma irmã mais nova, Danika Evangeline Adams, nascida em 1970.

Carreira

1973–1975: Ascensão à Fama

Por volta de 1973, D'Baby Adams havia perdido os pais e ficou responsável por cuidar de sua irmã mais nova, Daneka; enquanto Daneka foi colocada em um lar adotivo, Adams sobreviveu nas ruas de Londres como mendiga. Aos 12 anos, Désirée começou a cantar em frente ao Shakespeare's Globe Theatre para seu sustento. Suas interpretações de canções do musical Jesus Christ Superstar atraíam pequenas, mas entusiasmadas plateias. Foi assim que chamou a atenção do ator italiano Giovanni Moretti, que a indicou ao produtor britânico Cameron Mackintosh.

Em 1974, D’Baby Adams fez sua estreia no West End protagonizando a peça This Girl is So Crazy, no papel de Audrey Whitaker, uma jovem rebelde na Inglaterra vitoriana. Seu desempenho rendeu a ela o apelido "D’Baby", inspirado em uma fala icônica da peça: "When D’Baby speaks, everyone sits and listens." (Quando D’Baby fala, todos se sentam e ouvem). Aos 13 anos, ela se tornou a primeira mulher negra a liderar uma produção no West End. This Girl is So Crazy foi aclamada pela crítica como a maior peça teatral do século XX. A produção atraiu a atenção da Família Real Britânica, com a Rainha Elizabeth II assistindo a uma apresentação no West End e elogiando a atuação da jovem atriz. Décadas depois, esse reconhecimento influenciou a concessão do título de Dama das Artes Britânicas a Adams. A peça ficou em cartaz por dois anos, e D’Baby Adams recebeu o prêmio Laurence Olivier de Melhor Atriz em Peça ou Musical.

1976–1977: Sucesso na Broadway

D'Baby Adams
Pôster de
This Girl is So Crazy

O sucesso de This Girl is So Crazy levou à sua adaptação para a Broadway, sob a direção de Andrew Lloyd Webber. D’Baby Adams reprisou o papel de Audrey Whitaker por mais dois anos, encerrando sua participação em 1977, aos 16 anos. Sua performance lhe garantiu um Tony de Melhor Atriz, tornando-a uma das vencedoras mais jovens da história da premiação. O encerramento da peça no West End entrou para a história do teatro britânico: D’Baby Adams fez um monólogo impactante, acompanhado de luzes estroboscópicas e uma reflexão sobre "o poder da mulher negra". O público respondeu com uma ovação de pé que durou impressionantes 94 minutos, um recorde na época.

1978–1982: Teatro Alternativo e Papéis de Transição

Após o sucesso de This Girl is So Crazy, D’Baby Adams migrou para o teatro alternativo de Londres, assumindo papéis que refletiam sua jornada como jovem mulher e artista. Em 1978, estrelou a peça Oh My Gosh, ao lado da atriz Emma Sullivan. Escrita pelo então promissor dramaturgo Julian Hartley, a produção abordava temas como rebeldia juvenil, identidade e autodescoberta na Grã-Bretanha pós-punk. D’Baby Adams interpretou Lila, uma adolescente de 16 anos lidando com as complexidades da amizade, da família e do primeiro amor. A crítica elogiou sua capacidade de transmitir emoção e vulnerabilidade, mostrando uma faceta mais introspectiva, distante do carisma exuberante de "D’Baby".

Em 1981, D’Baby Adams assumiu um papel ainda mais experimental em Someone Is Sexing, peça provocativa escrita e dirigida por Miranda Cole. Encenada no Young Vic, a produção explorava o despertar sexual, as pressões sociais e os desafios enfrentados por mulheres jovens em um mundo em transformação. D’Baby Adams deu vida a Jasmine, uma estudante de arte de 19 anos lidando com seus desejos e ambições. O uso inovador de elementos multimídia, como projeções visuais e música ao vivo, fez da peça um destaque no circuito teatral alternativo.

1983–1984: Baby, Please e o Momento Decisivo

D'Baby Adams
D'Baby Adams em 1998
na pré-estreia de
Central do Brasil
Em 1983, D’Baby Adams estrelou sua última produção no teatro alternativo, Baby, Please, um drama intenso escrito pelo dramaturgo emergente Marcus Trent. Estreando no Soho Theatre, a peça abordava as dinâmicas de poder, raça e gênero em um relacionamento disfuncional. D’Baby Adams interpretou Evelyn, uma jovem determinada a conquistar sua independência em meio à manipulação emocional e à opressão sistêmica. Seu colega de cena, Gregory Hargrove, deu vida a Victor, seu parceiro abusivo e controlador.

Nos bastidores, a relação entre D’Baby Adams e Hargrove foi marcada por conflitos, com relatos de comentários racistas e comportamento desrespeitoso por parte do ator. Durante uma apresentação, a tensão atingiu o auge quando Hargrove improvisou uma fala ofensiva contra D’Baby Adams. Em um momento que entraria para a história do teatro britânico, D’Baby Adams saiu do personagem, deu um tapa no colega de cena e o repreendeu de forma contundente: "Quando D’Baby Adams fala, todo mundo senta e escuta." O público reagiu com choque e aplausos, e o episódio rapidamente se tornou assunto no meio teatral.

Embora algumas críticas tenham classificado sua reação como antiética, muitos aplaudiram sua coragem para enfrentar o racismo e o abuso em uma indústria que frequentemente silenciava vozes marginalizadas. A frase "Quando D’Baby Adams fala, todo mundo senta e escuta" virou um símbolo de empoderamento e resistência, reforçando sua imagem de artista destemida. No entanto, o incidente também lhe rendeu o rótulo de "raivosa" entre alguns produtores, uma narrativa que D’Baby Adams sempre contestou, apontando o tratamento desigual que mulheres negras sofrem no meio artístico.

1985–1988: Estreia em Hollywood e Hiato

Em 1985, D’Baby Adams reinventou a icônica Fanny Brice em uma versão teatral de Funny Girl com uma abordagem negra, trazendo soul e jazz à produção. Reimaginada como uma mulher negra poderosa, Fanny ganhou uma nova vida, culminando em sua rendição magistral de "Feeling Good" de Nina Simone, que se tornou o grande destaque da peça.

No mesmo ano, D’Baby Adams fez sua estreia em Hollywood no filme A Cor Púrpura, de Steven Spielberg, interpretando Miss Betty, uma empregada doméstica espirituosa. No entanto, os bastidores da produção foram marcados por uma rivalidade intensa entre D’Baby Adams e a co-estrela Oprah Winfrey. Relatos indicam que as atrizes tiveram divergências criativas e disputas sobre seus papéis no longa. O conflito se tornou tão desgastante que D’Baby Adams chegou a considerar abandonar a carreira.

O impacto emocional da experiência, somado à pressão da fama crescente, levou D’Baby Adams a se afastar temporariamente da atuação. Desiludida com a indústria, passou alguns anos longe dos holofotes, viajando pela Índia em busca de autoconhecimento e propósito. Mais tarde, descreveu esse período como uma fase essencial para sua evolução pessoal e profissional.

1989–1994: Transição para a TV e Sucesso com Your Eyes

D'Baby Adams
D'Baby Adams em
sessão de fotos para
a Vogue (2015)
Em 1989, D’Baby Adams migrou para a televisão, assumindo o papel principal da aclamada série britânica Your Eyes. Ambientada na Londres dos anos 1980, a produção acompanhava a vida da Dra. Amara Johnson, uma oftalmologista brilhante, porém emocionalmente complexa, que enfrentava desafios tanto na carreira quanto na vida pessoal, especialmente por ser uma mulher negra em uma profissão predominantemente branca. A lendária atriz Katharine Hepburn integrou o elenco de Your Eyes em sua primeira temporada, em 1989, marcando sua única participação em uma série de televisão. À época, Hepburn declarou que aceitou o convite unicamente pelo prazer de atuar ao lado de uma atriz verdadeiramente autêntica como D'Baby Adams.

A performance de D’Baby Adams foi amplamente elogiada pela crítica, que destacou sua capacidade de equilibrar força e vulnerabilidade. Seu trabalho na série lhe rendeu o prêmio BAFTA de Melhor Atriz em 1990, além do prêmio da Royal Television Society na mesma categoria. Your Eyes se tornou um enorme sucesso, permanecendo no ar por cinco temporadas até 1994.

1995–2000: Cinema Independente e Remontagem de This Girl is So Crazy

Após o sucesso de Your Eyes, D’Baby Adams direcionou seu foco para o cinema independente, buscando papéis desafiadores e não convencionais. Entre 1995 e 2000, ela participou de uma série de projetos aclamados pela crítica, incluindo:

  • Shadows on the Congo (1995): Dirigido por Mike Leigh, este drama britânico explorava a vida de imigrantes em Londres nos anos 1990. D’Baby Adams interpretou Marlene, uma mãe solteira e aspirante a poetisa que luta para equilibrar seus sonhos com as dificuldades da vida. Sua atuação lhe rendeu o British Independent Film Award de Melhor Atriz e o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme Dramático.
  • Echoes of a Creole Heart (1997): Neste drama independente americano dirigido por John Sayles, D’Baby Adams contracenou com Alfre Woodard e David Strathairn. Ela interpretou Grace, uma cantora de jazz na Nova Orleans dos anos 1950 que enfrenta o racismo e perdas pessoais. O filme estreou no Festival de Sundance e venceu o Prêmio Especial do Júri para Melhor Elenco, com a atuação de D’Baby Adams sendo destacada por sua intensidade e musicalidade.
  • The Edge of Tomorrow (1998): Dirigido por Lynne Ramsay, este filme experimental britânico acompanhava a relação entre uma jovem (interpretada por Samantha Morton) e sua tia distante, Eleanor, vivida por D’Baby Adams. Seu papel como uma artista boêmia lutando contra o vício demonstrou sua versatilidade e lhe garantiu o London Film Critics' Circle Award de Melhor Atriz Coadjuvante e um Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme Musical ou Comédia.
  • Beneath the Surface (2000): Neste thriller psicológico dirigido por Darren Aronofsky, D’Baby Adams estrelou ao lado de Ellen Burstyn. Ela interpretou a Dra. Naomi Carter, uma psiquiatra investigando eventos misteriosos em uma pequena cidade da Nova Inglaterra. O filme estreou no Festival de Cinema de Toronto e venceu o Independent Spirit Award de Melhor Fotografia. A performance de D’Baby Adams foi descrita pela crítica como "hipnotizante". Além de atuar, ela também co-dirigiu o longa, marcando sua estreia como cineasta.

Em 1999, após as filmagens de The Edge of Tomorrow, D'Baby Adams se uniu novamente a Cameron Mackintosh para uma remontagem comemorativa de This Girl is So Crazy: A 25th Anniversary Celebration. Durante a curta temporada, D'Baby assumiu com maestria o papel de Audrey Whitaker, e a peça passou a contar com um ato adicional, completamente escrito por ela. O sucesso de crítica e público foi estrondoso, e essa remontagem se mostrou fundamental para o retorno de D'Baby ao teatro na década seguinte, além de consolidar sua posição como uma das figuras mais importantes do teatro britânico, reforçando sua reivindicação ao título de Dama do Teatro Britânico.

2000s: Retorno ao Teatro e à Televisão Mainstream

Após sua fase no cinema independente, D’Baby Adams retornou ao teatro mainstream, assumindo papéis icônicos em peças clássicas e shakesperianas. Suas atuações nesse período foram amplamente elogiadas, consolidando seu status como uma das maiores atrizes de teatro de sua geração.

  • Medea (2002): D’Baby Adams interpretou a protagonista na adaptação moderna da tragédia de Eurípides, que estreou no West End de Londres antes de seguir para a Broadway. Sua interpretação da feiticeira vingativa foi descrita como "eletrizante" e "devastadora" pela crítica. Ela venceu o Tony Award de Melhor Atriz por sua performance na Broadway.
  • The Wire (2005): D’Baby Adams fez uma participação especial na aclamada série da HBO, interpretando a Dra. Lenora James, uma diretora escolar em Baltimore conhecida por sua compaixão e rigor. Apesar de sua participação breve, seu desempenho foi amplamente elogiado e lhe rendeu o Primetime Emmy de Melhor Atriz Convidada em Série Dramática, seu primeiro grande prêmio televisivo nos Estados Unidos.
  • Hamlet (2008): Em uma inovadora produção de Hamlet no National Theatre, D’Baby Adams interpretou Gertrudes, a mãe do protagonista. Sob a direção de Nicholas Hytner, a peça reimaginou Gertrudes como uma figura mais ativa e complexa. A apresentação final de Hamlet rendeu a D'Baby Adams uma ovação recorde de 135 minutos, um feito sem precedentes no teatro mundial. Sua atuação lhe garantiu o Evening Standard Theatre Award de Melhor Atriz Coadjuvante e o Critics' Circle Theatre Award de Melhor Atriz.

2010s: Aclamação Contínua e Dramaturgia

D'Baby Adams
D'Baby Adams ganha o prêmio de
Melhor Atriz por Coriolanus
Além de sua carreira como atriz, D’Baby Adams se tornou uma proeminente produtora de teatro e dramaturga. Ela fundou a D'Baby Productions, uma companhia dedicada ao desenvolvimento de novas obras e à revitalização de peças clássicas, com foco na diversidade e inovação. Entre suas produções mais notáveis estão:

  • The Black Fire Within (2010): Peça que D’Baby Adams escreveu e produziu, explorando as vidas de imigrantes caribenhos na Londres dos anos 1950. A produção venceu o Evening Standard Theatre Award de Melhor Peça Nova.
  • Black Voices of the Windrush (2014): Um espetáculo de teatro documental que ela co-produziu, baseado em entrevistas com membros da Geração Windrush. O projeto foi aclamado e recebeu o Olivier Award por Realização Excepcional no Teatro Afilhado.

D’Baby Adams também voltou a atuar nesse período, estrelando produções como:

  • Yemanjá – The Queen of the Seas (2012): No épico musical, D’Baby Adams entregou uma performance arrebatadora como Yemọja, a majestosa divindade das águas na religião iorubá e mãe de todos os orixás. Para honrar seus ancestrais e dar voz às narrativas silenciadas, D’Baby mergulhou profundamente nas tradições da diáspora, transformando a peça em um espetáculo icônico que desafiou a branquitude britânica a confrontar e reconhecer as raízes africanas que moldaram o mundo.
  • Coriolanus (2016): D’Baby Adams interpretou Volumnia, a formidável mãe de Coriolano, em uma produção amplamente aclamada da Royal Shakespeare Company. Sua performance foi elogiada por sua "presença imponente e profundidade emocional", garantindo-lhe o Olivier Award de Melhor Atriz Coadjuvante.
  • Your Eyes II: The Musical (2019): Baseado em sua icônica série de TV de 1989, Your Eyes II: The Musical estreou no West End, com D’Baby Adams reprisando seu papel como a Dra. Amara Johnson. Além de co-produzir o musical, sua atuação foi celebrada pela crítica e pelo público. A produção venceu o Olivier Award de Melhor Musical Novo e rendeu a D’Baby Adams o Evening Standard Theatre Award de Melhor Atriz em Musical. Na Broadway, sua performance também foi premiada com o Tony Award de Melhor Atriz Principal.

Em 2018, D’Baby Adams recebeu um Oscar Honorário por suas "contribuições extraordinárias ao cinema, teatro e televisão, e por seu compromisso inabalável com a diversidade e a representação nas artes".

2020s: Sucesso Contínuo e Projetos Futuros

D'Baby Adams
D'Baby Adams como
Rainha Margarida em Richard III
Nos anos 2020, D’Baby Adams continuou a ser aclamada por suas atuações no teatro, na televisão e no cinema como:

  • Only Murders in the Building (2021): Na primeira temporada da aclamada série do Hulu, D’Baby Adams brilhou como Theodora "Teddy" Ravenscroft, uma temida crítica de teatro e antiga conhecida de Oliver Putnam (Martin Short). Ácida e implacável, Teddy construiu sua carreira destruindo sonhos da Broadway com uma única frase mordaz. Sua atuação memorável lhe rendeu o Primetime Emmy Award de Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia.
  • Richard III (2024): D’Baby Adams interpretou a Rainha Margarida em Ricardo III, dirigido por Sam Mendes no Old Vic. Sua performance foi descrita como "uma aula magistral de gravidade shakespeariana", rendendo-lhe o Olivier Award de Melhor Atriz Coadjuvante, além do Evening Standard Theatre Award e do Critics' Circle Theatre Award.
  • Black and Powerful (2025): D’Baby Adams estrelará o aguardado filme Black and Powerful, da A24, dirigido por Barry Jenkins. O longa conta a história de Lashonda Williams, uma mulher ferozmente independente que desafia a opressão sistêmica em uma pequena cidade do sul dos EUA nos anos 1970. O burburinho inicial indica que a atuação de D’Baby Adams pode lhe render uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.
  • Crown & Conflict (2025): D’Baby Adams interpretará a Rainha Elizabeth II em Crown & Conflict, cinebiografia dirigida por Yorgos Lanthimos. A escolha de Adams, uma atriz negra, gerou debates, com alguns elogiando a abordagem inovadora, enquanto outros questionam a fidelidade histórica. A produção enfatiza a interpretação artística em vez do realismo estrito. A primeira imagem oficial mostra Adams com um elegante vestido branco e uma tiara de inspiração africana, indicando uma representação distinta da monarca britânica.
  • Euphoria (2026): Com estreia prevista para 2026, D'Baby Adams se juntará ao elenco do fenômeno global da HBO Euphoria como Josephine Bennet, a avó da protagonista Rue (Zendaya). Ex-usuária de substâncias, Josephine entende os desafios da neta e tenta guiá-la para um caminho mais seguro. Porém, ela leva uma vida dupla como Aunt LaChanze, cafetina de um bordel onde Rue acaba se abrigando após perder tudo para o vício.

Além disso, D’Baby Adams lançará sua autobiografia, This D'Baby is So Crazy: Why I Speak and People Sit and Listen, em 2025. Os direitos do livro foram adquiridos pela Searchlight Pictures, que já desenvolve uma adaptação cinematográfica com Angela Bassett no papel de D’Baby Adams.

Música

Em 1976, após o sucesso de This Girl is So Crazy, D’Baby Adams se aventurou na música com o lançamento do single "D’Baby is Speaking." A canção trazia o refrão marcante "sit, sit, sit, when D’Baby speaks, everybody sit (sit, sit, sit)...", uma referência direta à sua fala mais famosa na peça. O single alcançou o topo das paradas no Reino Unido e chegou à 15ª posição na Billboard Hot 100 nos Estados Unidos, impulsionado por uma performance controversa no Saturday Night Live. No entanto, a recepção da crítica foi mista: enquanto alguns elogiavam a originalidade, outros consideravam a letra pretensiosa e apelativa. Mais tarde, D’Baby Adams admitiu arrependimento pelo projeto, descrevendo-o como "exploratório" e "incompatível com meus valores artísticos". Desde então, ela proibiu qualquer comercialização ou transmissão da música, tornando-a uma raridade cobiçada por fãs e colecionadores.

D'Baby Adams gravou versões de clássicos do jazz para Echoes of a Creole Heart (1997), no qual interpretava Grace, uma cantora de jazz na Nova Orleans dos anos 1950. Entre as músicas regravadas estavam "Ain’t Misbehavin’", "On the Sunny Side of the Street", "Do You Know What It Means to Miss New Orleans" e "St. Louis Blues". A trilha sonora foi um sucesso de vendas, alcançando o primeiro lugar nas paradas do Reino Unido e da Billboard 200 dos Estados Unidos, onde permaneceu por semanas.

Em entrevista à Vanity Fair em 2010, D'Baby Adams revelou ter gravado músicas de jazz sobre a experiência da mulher negra de Santa Lúcia na Europa, mas ainda aguardava o momento certo para lançá-las, afirmando que o mundo não estava preparado para a excelência negra que o projeto representava.

Em 2022, gravou clássicos do jazz ao lado de Tony Bennett, seu amigo pessoal desde 1991, quando eram vizinhos em Ohio. Com a morte de Bennett antes da conclusão do projeto, D'Baby declarou em suas redes sociais, em 2023, que as gravações seriam divulgadas no futuro, mas não naquele momento, pois ainda vivia seu luto.

Video Games

D'Baby Adams também emprestou sua voz a diversos títulos de videogame ao longo dos anos, incluindo Star Wars Jedi: Survivor, Death Stranding 2: On the Beach, Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, Call of Duty: Modern Warfare, God of War Ragnarök, além de Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii. Por seu trabalho em dublagem, Adams conquistou três Game Awards e um BAFTA Games Award.

Ativismo e Defesa de Causas

Ativismo Negro

D'Baby Adams
D'Baby Adams em campo de refugiados
para negros deslocados
D’Baby Adams tem sido uma defensora ativa da diversidade e da representação racial nas artes. Desde os anos 1990, ela se tornou uma das vozes mais influentes na luta contra o racismo sistêmico na indústria do entretenimento, especialmente no Reino Unido. Seu ativismo lhe rendeu amplo respeito como pioneira que derrubou barreiras para artistas negros e desafiou o status quo.

Uma de suas campanhas mais notáveis tem sido seu compromisso de erradicar o blackface e outras práticas racialmente insensíveis no teatro, cinema e televisão. No início dos anos 1990, D’Baby Adams denunciou publicamente produções que perpetuavam estereótipos prejudiciais ou utilizavam blackface, pressionando teatros e estúdios a adotarem práticas de escalação mais inclusivas.

D’Baby Adams também tem sido uma apoiadora vocal de iniciativas que aumentam as oportunidades para artistas negros nos bastidores, incluindo escritores, diretores e produtores. Ela orientou talentos emergentes por meio de programas como a The D'Baby Foundation, que fundou em 2005 para fornecer bolsas de estudo, treinamento e recursos para artistas sub-representados. A fundação já auxiliou mais de 200 pessoas a seguirem carreiras nas artes, muitas das quais conquistaram sucesso em suas respectivas áreas.

Defesa dos Direitos Trans

Em 2001, D'Baby Adams escreveu uma série de reflexões na Catedral de São Patrício, em Dublin, na Irlanda, nas quais abordava questões relacionadas às mulheres trans, especialmente as que viviam em situação de rua. Esses escritos foram posteriormente divulgados como parte de seu ativismo em defesa dos direitos das mulheres trans.

Vida Pessoal

D'Baby Adams
D'Baby Adams participando
do Oscar de 2025
D’Baby Adams foi casada várias vezes, e sua vida pessoal frequentemente estampou manchetes devido a seus relacionamentos conturbados. Seu primeiro casamento foi com o músico britânico Edward "Teddy" Fairbanks, em 1981, mas a união terminou no mesmo ano em meio a acusações de infidelidade. Em seguida, casou-se com o empresário português Hugo Silva Neto, mas o matrimônio se dissolveu em 1983 devido a diferenças irreconciliáveis.

Em 1984, teve um breve casamento com o ator escocês Alistair Naismith, mas o relacionamento foi marcado por discussões públicas, resultando em um divórcio rápido. Ainda naquele ano, casou-se com o diretor de teatro italiano Paolo Aversani, um relacionamento que durou até 1988, quando surgiram relatos de disputas emocionais e financeiras.

Após um período sem casamentos, D’Baby Adams subiu ao altar com o poeta trinitário Desmond Cruz-Rose em 1994, mas o relacionamento terminou em 1996 devido ao comportamento controlador dele. No mesmo ano, casou-se com o pintor venezuelano Rafael Zago, embora o romance tempestuoso tenha acabado apenas um ano depois.

Em 1998, uniu-se ao aristocrata britânico Rupert Cavendish, mas o casamento terminou em 2001, em meio a rumores de inúmeras traições por parte dele. Posteriormente, casou-se com o bailarino russo Dmitri Cezimov, em 2002, mas as diferenças culturais entre os dois levaram ao divórcio em 2003.

Seu casamento de 2004 com o músico jamaicano Lennox Abia durou pouco, encerrando-se em 2005, supostamente devido aos problemas dele com dependência química. No ano seguinte, casou-se com o guitarrista inglês Graham Whitmore, mas suas carreiras conflitantes levaram à separação em 2007.

D’Baby Adams casou-se com o cineasta nigeriano Adeyemi Okafor em 2007, e, embora o relacionamento parecesse estável, terminou em 2010 em meio a acusações de abuso físico. No mesmo ano, casou-se com o escultor japonês Kenji Aoki, mas a união durou menos de um ano.
D'Baby Adams
D'Baby Adams e o ex-marido
Sebastian Langley em 2011
 
Em 2011, teve dois casamentos breves—primeiro com o empresário britânico Sebastian Langley, depois com o chef português Tomás Sottomayor, ambos supostamente envolvidos em casos extraconjugais.

Seu casamento mais longo foi com o estilista francês Laurent Marchand, com quem se casou em 2013. A relação durou até 2020, quando D’Baby Adams revelou que, embora ele tenha sido seu parceiro mais estável, os dois acabaram se distanciando com o tempo. Atualmente, é casada com o músico de jazz galês Gareth Vaughan, com quem trocou votos em 2020.

Apesar de seus inúmeros casamentos, D’Baby Adams nunca quis ter filhos. Ela declarou publicamente: "Meu único filho é o teatro."

Religião

D’Baby Adams se identifica como anglicana, mas também adota elementos do movimento Rastafári, devido à sua herança santa-lucense. Além disso, ela expressou uma profunda conexão com a religião iorubá, acreditando que o culto aos orixás a aproxima de seus ancestrais. Suas crenças espirituais são um aspecto central de sua identidade, influenciando tanto sua filosofia pessoal quanto seus empreendimentos artísticos.

Visões Políticas

D’Baby Adams é conhecida por seu forte apoio ao Partido Trabalhista, defendendo políticas que promovem o bem-estar social, os direitos dos trabalhadores e a igualdade. No entanto, suas opiniões políticas já foram alvo de críticas devido a comentários controversos sobre imigração. Apesar de sua própria herança imigrante — com pais caribenhos —, D’Baby Adams se posicionou contra a imigração de muçulmanos, alegando que, em sua visão, os imigrantes caribenhos trouxeram uma forte ética de trabalho, enquanto, em contraste, os imigrantes muçulmanos seriam responsáveis por trazer "caos" e contribuir para o que chamou de "cultura da preguiça".

Polêmicas

D’Baby Adams é conhecida por sua franqueza e honestidade sem filtros, o que frequentemente resultou em rivalidades públicas e controvérsias ao longo de sua carreira. Sua postura direta a tornou uma figura polarizadora — elogiada por uns por sua autenticidade e criticada por outros por ser excessivamente confrontadora.

  • Rivalidade com Oprah Winfrey: Durante a produção de A Cor Púrpura, de Steven Spielberg, em 1985, D’Baby Adams e Oprah Winfrey se envolveram em uma disputa altamente divulgada que quase arruinou a carreira de Adams. A rivalidade escalou a ponto de D’Baby Adams tecer comentários afiados contra Winfrey, incluindo chamá-la de "uma mera apresentadora tentando atuar" e declarar: "Algumas pessoas precisam de um microfone para serem ouvidas, mas eu não — quando D’Baby fala, todos escutam." O conflito foi tão intenso que D’Baby Adams mais tarde admitiu que quase a levou a abandonar a atuação. Anos depois, quando D’Baby Adams ganhou o Tony de Melhor Atriz em Musical por Your Eyes II: The Musical em 2019, ela sentiu que tinha sido vingada. Em seu discurso de aceitação, declarou: "Quando D’Baby fala, todos sentam e escutam", uma referência clara ao passado, enquanto Oprah, presente na plateia, não teve escolha a não ser ouvir.
  • Acusação de xenofobia: Em entrevista ao The Oprah Winfrey Show em 2000, D'Baby Adams causou polêmica ao afirmar que estava pronta para deixar os Estados Unidos após as gravações de Beneath the Surface (2000). Embora tenha falado em tom jocoso, reiterou que seu foco estava no Reino Unido e na Europa, onde, segundo ela, a arte era mais vibrante e intensa. Suas declarações, incluindo uma brincadeira em que chamou os americanos de "básicos e bregas", geraram reações negativas nos Estados Unidos e foram criticadas por Joan Rivers. Em resposta, D'Baby ironizou, dizendo que nem sabia que Rivers ainda estava viva.
  • Conflito com Barbra Streisand: Em 1995, durante uma entrevista no programa Radio 2's Afternoon Show da BBC, D'Baby Adams causou um desconforto ao afirmar diretamente para Barbra Streisand que ela era uma cantora dos anos 70, uma época em que D'Baby ainda era criança. A declaração causou desconforto em Barbra, que foi clicada saindo furiosa do estúdio, o que gerou grande repercussão nos tabloides do Reino Unido.
    Incidente com Elton John

  • Desavença com Elton John: D'Baby Adams e Elton John tiveram um desentendimento nos anos 90 após D'Baby criticar a postura de Elton no enterro de Lady Diana, amiga pessoal de Adams. Em entrevista ao The Jonathan Ross Show, D'Baby afirmou que Elton se comportou como se fosse a estrela do evento. Elton respondeu na NME, dizendo que D'Baby deveria se preocupar mais em atuar do que em dar palpites. A tensão entre eles culminou no BAFTA de 1999, onde Elton apresentou a categoria de Melhor Atriz em Papel Coadjuvante, na qual D'Baby foi indicada por sua performance em The Edge of Tomorrow (1998). Ao receber seu prêmio, D'Baby comentou: "Parece que só existe espaço para apenas uma Dama neste país", ironizando o rival, que deixou o palco antes do término de seu discurso, visivelmente irritado.
  • Críticas a Viola Davis: D’Baby Adams gerou controvérsia com comentários desdenhosos sobre a atuação de Viola Davis no filme Histórias Cruzadas (2011). Em entrevista à Vogue UK, Adams declarou: “Jamais desperdiçaria meu talento interpretando uma empregada qualquer apenas para alimentar a empatia performativa da branquitude.” Ela ainda classificou a atuação de Davis como “exagerada” e “constrangedora.”
  • Conflito com Dame Judi Dench: D’Baby Adams entrou em conflito público com Dame Judi Dench sobre o título de "Dama do Teatro Britânico". Em uma entrevista de 2022, D’Baby Adams afirmou que o título lhe pertencia de direito, declarando: "Eu derrubei barreiras que outros nem poderiam imaginar. Alguns subiram ao topo com as costas apoiadas no privilégio branco, enquanto eu tive que lutar por cada centímetro do meu espaço." Embora não tenha mencionado Dench diretamente, os comentários foram amplamente interpretados como uma crítica à carreira da atriz, gerando um intenso debate sobre raça e privilégio nas artes.
  • Críticas a Cynthia Erivo: D’Baby Adams sempre rejeitou comparações entre ela e Cynthia Erivo, que muitos chamam de "a nova D’Baby". Em uma entrevista de 2020, D’Baby Adams desmereceu Erivo como uma "versão inferior" dela mesma, afirmando: "Só existe uma D’Baby. As imitações sempre ficarão aquém." As declarações criaram um atrito entre as duas atrizes, com Erivo posteriormente dizendo que admirava D’Baby Adams, mas considerava seus comentários "decepcionantes".
  • Conflito com Fernanda Torres no Oscar: Em 2025, D’Baby Adams criticou publicamente a indicação da atriz brasileira Fernanda Torres ao Oscar de Melhor Atriz, chamando-a de "injusta" por acreditar que sua amiga Marianne Jean-Baptiste tenha sido preterida. D’Baby Adams também promoveu o envolvimento de Torres em um escândalo de blackface no início da carreira, chamando sua atuação de "básica" e apoiando ativamente Demi Moore na categoria. A rivalidade se intensificou quando D’Baby Adams trouxe à tona controvérsias similares envolvendo a mãe de Torres, Fernanda Montenegro, que também teria participado de um episódio de blackface. Seus comentários foram vistos como uma tentativa de minar a campanha de Torres ao Oscar, gerando reações negativas tanto da indústria quanto de fãs brasileiros.
  • Comentários sobre Ícones da MúsicaD’Baby Adams nunca hesitou em criticar músicos que se aventuram na atuação. No início dos anos 90, Madonna e Cher foram frequentemente alvo dos comentários sarcásticos da atriz. Sobre Madonna, D'Baby Adams a comparou a uma versão genérica e de baixo custo de Marilyn Monroe. Já em relação a Cher, D'Baby afirmou que o Oscar de Melhor Atriz conquistado por ela era a maior vergonha da Academia, resultado de puro lobby e uma campanha agressiva. Ela já classificou as performances de Lady Gaga como "canastronas" e descreveu as tentativas de Beyoncé como "pouco convincentes". Suas declarações frequentemente ganharam destaque na mídia, com fãs das artistas acusando-a de ser desnecessariamente dura. Em resposta, D’Baby Adams declarou: "Atuar é uma arte. Nem todo mundo consegue fazer."

Apesar das controvérsias, D’Baby Adams continua inabalável em suas opiniões, afirmando que valoriza a honestidade mais do que a diplomacia. Embora suas rivalidades ocasionalmente ofusquem seu trabalho, elas também consolidaram sua reputação como uma figura destemida e inflexível na indústria do entretenimento.

Honrarias e Prêmios

Ao longo de sua carreira, D'Baby Adams recebeu inúmeras honrarias, incluindo:

Academy Honorary Award

  • 2018: Em reconhecimento às suas extraordinárias contribuições para o cinema, teatro e televisão, e pelo seu compromisso inabalável com a diversidade e representação nas artes.

BAFTA Award

  • 1999Melhor Atriz em Papel Coadjuvante por The Edge of Tomorrow.

BAFTA Games Award

  • 2022: Interpretação em Papel Coadjuvante por God of War Ragnarök.

BAFTA TV Award

  • 1990, 1991, 1992: Melhor Atriz por Your Eyes.

British Independent Film Awards

  • 1995: Melhor Atriz por Shadows on the Congo.

Critics' Circle Theatre Award

  • 1985: Melhor Atriz por Funny Girl.
  • 2012: Melhor Atriz por Yemanjá – The Queen of the Seas.
  • 2024: Melhor Atriz por Richard III.

Dame Commander of the Order of the British Empire (DBE)

  • 2010: Por seus serviços às artes e seu trabalho na promoção da igualdade racial.

Evening Standard Theatre Award

  • 2008: Melhor Atriz por Hamlet.
  • 2010: Melhor Peça por escrever The Black Fire Within.
  • 2019: Melhor Performance Musical por Your Eyes II: The Musical.
  • 2024: Melhor Atriz por Richard III.

Game Awards

  • 2019: Melhor Interpretação por Call of Duty: Modern Warfare.
  • 2022: Melhor Interpretação por God of War Ragnarök.
  • 2023: Melhor Interpretação por Star Wars Jedi: Survivor.

Golden Globe Awards

  • 1995: Melhor Atriz em Filme – Drama Shadows on the Congo.
  • 1998: Melhor Atriz em Filme – Musical ou Comédia por The Edge of Tomorrow.

Grammy Awards

  • 1977Indicada para Melhor Performance Urbana Contemporânea por "D'Baby is Speaking".

Laurence Olivier Award

  • 1974: Melhor Atriz em Peça ou Musical por This Girl is So Crazy.
  • 2014: Realização de Destaque em Teatro Afiliado por produzir Black Voices of the Windrush.
  • 2016: Melhor Atriz em Papel Coadjuvante por Coriolanus.
  • 2019: Melhor Musical Novo por escrever/produzir Your Eyes II: The Musical.
  • 2024: Melhor Atriz Coadjuvante em Peça ou Musical por Richard III.

London Film Critics Circle Awards

  • 1998: Atriz Coadjuvante Britânica do Ano por The Edge of Tomorrow.

Primetime Emmy Awards

  • 2005: Melhor Atriz Convidada em Série Dramática por The Wire.
  • 2021: Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia por Only Murders in the Building.

Royal Television Society Programme Awards

  • 1990, 1995: Atriz por Your Eyes.

Sundance Film Festival

  • 1997: Prêmio Especial do Júri por Elenco de Conjunto por Echoes of a Creole Heart.

Tony Awards

  • 1977: Melhor Performance de Atriz Principal em Peça por This Girl is So Crazy.
  • 1999: Melhor Performance de Atriz Principal em Peça por This Girl is So Crazy: A 25th Anniversary Celebration.
  • 2002: Melhor Performance de Atriz Principal em Peça por Medea.
  • 2019: Melhor Performance de Atriz Principal em Peça por Your Eyes II: The Musical.

Créditos de Atuação

  • Teatro:
    • 1974: This Girl is So Crazy
    • 1978: Oh My Gosh
    • 1981: Someone is Sexing
    • 1983: Baby, Please
    • 1985: Funny Girl
    • 1999: This Girl is So Crazy: A 25th Anniversary Celebration
    • 2002: Medea
    • 2008: Hamlet
    • 2010: The Black Fire Within (Somente escritora e produtora)
    • 2012: Yemanjá – The Queen of the Seas
    • 2014: Black Voices of the Windrush (Somente escritora e produtora)
    • 2016: Coriolanus
    • 2019: Your Eyes II: The Musical
    • 2024: Richard III
  • Televisão:
    • 1989: Your Eyes
    • 2005: The Wire
    • 2021: Only Murders in the Building
    • 2026: Euphoria
  • Cinema:
    • 1985: A Cor Púrpura
    • 1995: Shadow of the Congo
    • 1997: Echoes of a Creole Heart
    • 1998: The Edge of Tomorrow
    • 2000: Beneath the Surface
    • 2025: Black and Powerful
    • 2025: Crown & Conflcit

Discografia
  • 1976: "D'Baby is Speaking", single de 7 polegadas e cassete (EUA e Reino Unido).
  • 1997: Echoes of a Creole Heart: Music from the Motion Picture, trilha sonora.

Livros
  • 2025: "This D'Baby is So Crazy: Why I Speak and People Sit and Listen" (memórias).

Legado

Désirée "D'Baby" Adams é amplamente considerada uma das figuras mais influentes no teatro e cinema britânicos. Seu trabalho quebrou barreiras para artistas negros e remodelou o cenário cultural. Ela é frequentemente chamada de a "Dama do Teatro Britânico", a "Baronesa das Artes Britânicas" e "Lenda Viva do Teatro Britânico".

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