"Marianne deveria estar na corrida, e não a Fernanda. A atuação dela em I’m Still Here simplesmente não é boa o suficiente para justificar a indicação. É lamentável que, em vez de premiar o talento verdadeiro, a indústria tenha se curvado ao medo e à pressão que certos grupos impõem", declarou Adams.
Com sua costumeira franqueza, a atriz britânica também fez uma acusação grave envolvendo Fernanda Torres e Karla Sofía Gascón. Segundo Adams, ela ouviu rumores de que Torres teria "jogado sujo", pagando para que falassem mal de outras atrizes concorrentes, como Karla Sofía e seu filme Emilia Pérez, que também estavam na disputa.
"Eu ouvi dizer que Fernanda Torres tem um envolvimento com um diretor bilionário que tem conluio com um grande banco no Brasil. Usaram o dinheiro para financiar uma campanha suja, espalhando boatos e tentando manchar o trabalho de Karla em Emilia Pérez. Isso não é só antiético, é um verdadeiro escândalo", acusou.
Adams ainda criticou o que considera ser uma estratégia de pressão para garantir a indicação de Torres. Ela acredita que os votantes do Oscar estão sendo influenciados por uma rede de intimidação e medo, algo que classificou como uma distorção do sistema de premiação.
"O que está acontecendo é que os brasileiros estão usando o medo para forçar os votantes a colocarem Fernanda na corrida como a primeira opção. Não é uma questão de mérito, é uma questão de poder e influência. Isso não tem nada a ver com arte, e sim com dinheiro e conchavos", afirmou.
A entrevista causou um grande alvoroço nas redes sociais e gerou discussões intensas sobre a ética nas campanhas para premiações e as possíveis manipulações do sistema de indicações. Enquanto isso, o futuro de Fernanda Torres na corrida pelo Oscar parece mais incerto do que nunca, com a ala britânica questionando a legitimidade de sua indicação.
Fonte: The Independent por Seeok
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